Café Palhares Desde 1938

 A história do Café Palhares se confunde com a da própria capital mineira. Fundado em 1938 pelos irmãos Palhares, o Café Palhares foi vendido em 1944 ao uberabense

João Ferreira o Seu Neném e seu cunhado Aziz.

Atualmente, o estabelecimento é administrado por João Lúcio e Luiz Fernando,  filhos de Seu Neném.

Reduto de boêmios nos anos 40, 50 e 60, pois funcionava 24 horas, o Café Palhares tem histórias curiosas que refletem uma BH ainda jovem e inocente. o Café Palhares, também foi e ainda é ponto de encontro de torcedores mineiros, ilustres políticos, jornalistas, músicos e de uma clientela fiel.  O principal motivo que levou o Palhares a se tornar uma entidade gastronômica na capital foi seu delicioso Kaol.

Batizado pelo Seu Neném  em parceria com o radialista Rômulo Paes  e os boêmios da época,

o Kaol nada mais é do que as iniciais de cachaça ( cujo “c” foi trocado pelo “K” para dar mais pompa ao prato), – que costumava preceder as refeições -, arroz, ovo e linguiça.

Com o passar do tempo, o Kaol foi incrementado. A partir da década de 70, o prato ganhou farofa e couve e, nos anos 80, o torresmo. Hoje, ele pode ser acompanhado de pernil, carne cozida, dobradinha, língua e a tradicional linguiça.

E por cima de tudo serve-se um delicioso molho de tomate que o deixa ainda mais saboroso.

O Café Palhares tem um atendimento diferenciado, bem familiar e continua sendo um dos bares mais frequentados do centro de Belo Horizonte. Além do Kaol o freguês encontra outras coisas mais como o delicioso sanduíche de pernil, sanduíche de lingüiça, salgados e um chope geladinho, tudo isso, somados à simpatia de seus  proprietários e funcionários.